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Monthly Archives: June 2014

Será que poderás, alguma vez, tratar-me por tu?

Voltarei a sentir o tempo parar e passar depressa demais ao mesmo tempo, como quando partilhamos o mesmo espaço? Interrogo-me isso agora, enquanto te admiro em silêncio. Agora, quando os nossos olhares cruzam-se por meros segundos e tu sorris, e os teus olhos brilham como o céu num domingo de Verão.

Voltarei a ter a paz de espirito que me traz falar contigo? Ser eu mesmo, sem medo de ter que ser outro, ouvir-te e desejar nunca parares de falar…

Se te perguntares como tive coragem de te escrever isto tudo, e porque agora, saibas que a resposta esta na própria interrogação. Escrevo-te porque depois de agora, pode não haver uma próxima. Agora, porque pode nunca mais ser.

Pergunto-te portanto, enquanto te admiro em silêncio, será que poderás, alguma vez, tratar-me por tu?

 

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